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Impactos causados na comunicação corporativa durante a pandemia

Atualizado: 8 de set. de 2021

Dentre os tantos aspectos da sociedade, como a economia, a vida cotidiana e o mercado, impactados diretamente pela pandemia da Covid-19, a comunicação corporativa foi um caso significativo.


Afinal, ampliando-se para vários outros segmentos e atingindo cada um de nós enquanto consumidores finais, esse setor sentiu o efeito direto em seu faturamento.

Mais de 80% das agências tiveram prejuízos em seu faturamento mensal, segundo uma pesquisa “Impactos da Covid-19 na comunicação corporativa”, feita pelo Comunique-se em parceria com empresas como a Abracom e o Divulgador de Notícias.


Essa redução ocorreu por dois motivos principais: por necessidade de cortes de custos, bem como pelas empresas não se sentirem à vontade para se promoverem durante a pandemia.


E o efeito, de forma geral no mercado, foi inversamente proporcional ao porte do negócio, ou seja, quanto menor a empresa, maior foi a perda de receita.


No entanto, em simultâneo, a comunicação corporativa se mostrou uma das ferramentas mais indispensáveis para que as companhias e empreendimentos, falando de forma bem geral, pudessem contornar a situação de crise imposta pela pandemia.


As empresas estão tendo que se reinventar, com uma boa assessoria contábil em São Paulo, que vem investindo em Inteligência de Mercado, marketing digital, automação e tecnologia para uma comunicação cada vez mais assertiva.


Dessa forma, em meio a crise, eis que as agências de comunicação têm uma grande oportunidade, que é a seguinte:


A demanda por determinadas tarefas, principalmente no que tange os serviços relacionados ao marketing digital, como a produção de conteúdo original, relevante e de qualidade para blogs ou as estratégias de mídias sociais, por exemplo, só cresce.


Assim, a comunicação integrada depende da ampliação no know-how, ou seja, não basta se limitar a oferecer serviços de assessoria de imprensa. É necessário se adaptar ao novo contexto e fazer da crise uma forma de se fortalecer ainda mais no mercado.


Nesse artigo trataremos pontos sobre esse assunto, pontuando os impactos da pandemia na comunicação corporativa, além de dicas sobre como corrigir problemas e melhorá-la em sua empresa de motoboy, ou qualquer que seja seu negócio. Continue lendo e confira!


A importância da comunicação corporativa


Pode parecer redundante frisar que em tempos de crise, como é o caso dos dias atuais, investir na gestão de crises é indispensável, no entanto, é sobre isso que estamos falando: da comunicação corporativa como ferramenta para essa finalidade.


Empresas que estão sabendo investir nesse método, como uma tradicional administradora predial, conseguem reduzir impactos externos e, muitas vezes, anular prejuízos internos, que podem afetar várias frentes da organização.


Alguns se referem à comunicação corporativa como um setor que ganhou outro patamar no contexto da pandemia, tal tem sido sua importância para que os empreendedores consigam manter seus negócios.


E há quem diga, por exemplo, que o papel da comunicação corporativa ganhou mais relevância. Embora as corporações mais lucrativas como uma empresa especializada em soluções de etiqueta patrimonio, para citarmos um exemplo no B2B, já tivessem essa visão há um certo tempo.


Talvez esse seja um dos motivos pelo qual elas não foram tão afetadas como as diversas outras empresas que tiveram que fechar suas portas e suspender as atividades, não devido ao lockdown, mas pelas imensas dívidas adquiridas no último ano.


A necessidade de se posicionar em tempos de crise


Com o mundo do jeito que está, diversas questões foram levantadas, entre elas uma muito importante: a necessidade de uma empresa se posicionar e atuar de alguma forma que contribua em prol do coletivo, ainda mais quando temos um cenário de tantas mortes.


Esse é um momento em que o papel social das organizações está sendo colocado à prova e está sendo cobrado pelo consumidor.


Então, ainda sobre o questionamento, é importante reforçar que não é sobre o que a empresa vende, qual é seu segmento, função ou atuação no mercado em tempos de crise. Mas, sim, sobre os seguintes pontos:

  • Propósito;

  • Imagem;

  • Reputação;

  • Lembrança da marca pelo público, o legado.

Dessa maneira, o glamour e as métricas relativas à vaidade devem ser postas de lado, e o que deve ser valorizado é a atuação da marca na sociedade, ou como ela será lembrada no pós-crise, ou no pós-pandemia.


Assim, esses quatro pontos destacados, viraram a pauta de muitos empreendimentos que, até então, não tinham nenhuma atuação ou preocupação nesse sentido, mas que passaram a rever tais fatores e mantiveram a saúde do seu negócio.


Ademais, algumas ações simples, e realmente necessárias, precisaram ser feitas, afinal, o real valor/função de uma empresa não é o lucro como, infelizmente, muitos pensam.


A proposta de valor está em sua capacidade de sanar uma demanda do público, e com qualidade. O lucro é uma consequência de fazer isso muito bem feito. No caso de uma crise como a pandemia de Covid-19 e seu agravamento, a demanda é a atenção social.


Medidas como a doação de cesta de alimentos, de roupas, cobertores, entre outras contribuições, para as milhares de pessoas que estão perdendo tudo ー empregos, saúde, dignidade e esperanças ー é a demanda.


Os resultados e impactos das declarações


Devido a essa demanda, muitas empresas têm sofrido com a rejeição do público ou ganhado aceitação, devido ao resultado e ao impacto gerado por atitudes e ações frente à crise de saúde e suas tantas implicações.


A questão é que a pandemia também está trazendo muitas “patologias sociais” à tona, como a violência doméstica, o abuso infantil, a toxicidade de certos relacionamentos e as preocupações com a qualidade de vida e o bem-estar físico e mental, por exemplo.


Assim, algumas empresas já estão colhendo os efeitos, positivos e negativos, do posicionamento e das declarações de seus representantes nas redes sociais, ou mesmo em suas ações publicitárias. E é assim que elas serão lembradas no futuro.


O papel das marcas como conscientizadoras


Segundo estudos de mercado da MindMiners, cerca de 50% das pessoas que responderam às pesquisas, concordam ser papel das empresas e marcas, ajudar na conscientização do público nesse momento.


E apenas realçando o novo comportamento do consumidor, mais de 33% não só concordam sobre isso, mas esperam esse posicionamento das marcas que utilizam, de acordo com um estudo do Edelman Trust Barometer, de 2020.


Como falamos no tópico anterior, para gerar e estabelecer confiança, não só para os clientes, mas para todos os seus stakeholders, já não é suficiente apenas oferecer bons produtos e serviços.


É necessário empatia, olhar para as questões sociais, para o coletivo. É o momento de cada líder, gestor e empreendedor refletir sobre os desdobramentos e o valor gerado pelo seu negócio perante à sociedade.


Uma dica para lidar com essa demanda é mesclar o branding nas redes sociais com estratégias de marketing tradicionais que geram algum efeito.


Por exemplo, camisetas bordadas que chamem atenção para os cuidados de proteção e prevenção contra o vírus, como o distanciamento social, o uso de máscaras, a necessidade de manter as mãos higienizadas, e de evitar seu contato com mucosas, como olhos e boca.


A comunicação interna


Dessa forma, os impactos não se restringem à relação com o público consumidor, mas também com o público interno das empresas:


O home office mudou a realidade de muitos trabalhadores e de muitos negócios, de forma que a manutenção relógio de ponto ganhou uma nova aplicação nos sistemas online de monitoramento da atividade dos trabalhadores.


Muito já vem sendo discutido sobre seu emprego no pós-pandemia, pois diversas pessoas viram grandes benefícios advindos desse novo modelo, que, na verdade, já era uma tendência do mercado.


Outro impacto, diretamente relacionado à questão do trabalho remoto, é a questão da comunicação a distância com os stakeholders, sejam eles colaboradores, sócios, investidores ou fornecedores.


E em relação especificamente aos colaboradores, uma pesquisa da Aberje apontou que 85% dos gestores de empresas apontam a dificuldade de manter os colaboradores engajados durante a pandemia, como o maior desafio.


O marketing de influência


Uma consequência dos esforços em relação ao isolamento social foi o aumento significativo do uso da internet. O tráfego nas redes e plataformas digitais se multiplicou e a audiência dos influenciadores digitais seguiu o fluxo.


O engajamento com as marcas nas redes sociais aumentou 18% durante a crise do Covid-19, sendo que mais de 30% das pessoas passam mais de 5 horas diárias no celular. Esses são dados de uma pesquisa da Later.


E um estudo da YouPix em parceria com a Bruch, aponta que mais de 78% das marcas pretendem manter o investimento em marketing de influência após a crise, e apontaram os influencers como bons aliados em tempos de pandemia.


Nesse ponto, ressaltamos novamente a importância de manter ações digitais e físicas alinhadas.


Por exemplo, ações em plataformas sociais como o YouTube, somadas ao investimento em bolsas personalizadas para brindes com direcionamentos conscientes, seguindo a mesma linha de raciocínio abordado na dica das camisetas.


Considerações finais


O “novo normal” que compõe o pós-pandemia demanda mais investimento em comunicação corporativa. E esse é um fato que, inclusive, foi frisado por diversos empreendedores da área.


Aliás, como você conferiu nesse texto, a comunicação se mostra como a solução principal para que as empresas possam lidar e passar pela crise da forma mais segura possível.






Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento

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